
Seixal
Uma aldeia sobre uma ponta, com farilhões vulcânicos ao largo e uma piscina natural encaixada na falésia. Vá pelo banho, fique pela vista de volta à montanha.

A região
A maior parte de quem visita a Madeira fica a sul e sobe ao norte por um dia. Ficar aqui inverte isso: as falésias, as levadas e as piscinas naturais ficam ao lado, e o Funchal é que passa a ser o passeio de um dia.
A costa norte é o lado verde, húmido e dramático. As nuvens encostam à montanha e desfazem-se, muitas vezes na mesma manhã — se está cinzento onde está, é frequente estar sol a pouca distância, e ao contrário também.
O mar aqui é Atlântico e não disfarça: nada-se nas piscinas naturais e nas enseadas abrigadas, não em praias compridas. Vai querer carro. As estradas são boas, os túneis são muitos, e tudo o que está nesta página é uma volta curta, não uma expedição.

Uma aldeia sobre uma ponta, com farilhões vulcânicos ao largo e uma piscina natural encaixada na falésia. Vá pelo banho, fique pela vista de volta à montanha.

As piscinas vulcânicas que fazem toda a gente subir ao norte — bacias de lava que o Atlântico enche a cada maré. De manhã cedo é a hora sossegada.

Loureiros antigos num planalto alto, quase sempre com nuvem a passar por entre eles e vacas a pastar pelo meio. É o sítio mais estranho e mais calmo da ilha.

Um vale que abre direito ao mar, com poios a subir dos dois lados e uma levada a começar lá em cima.

A estrada da costa para leste, rasgada na falésia — grutas vulcânicas e um centro pequeno em São Vicente, que vale uma hora quando o tempo vira.

Porto Moniz ao anoitecer.

Um hábito local
Aguardente de cana, mel e o citrino que houver, batido com um mexelote. Cada bar desta costa faz a sua e cada madeirense diz-lhe qual é a certa. Pergunte-nos e apontamos-lhe a nossa.